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Cruz de São Bento: descubra como ela é implacável contra todos os males.

13, julho, 2018 1 comentário

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Talvez ela seja o segredo de todo o poder da Medalha de São Bento, mas mesmo assim pouco se fala dela: a Cruz de São Bento.

Repare bem. Uma das primeiras coisas que se repara em uma Medalha de São Bento é a Cruz, onde lemos as iniciais C S P B.

Elas são as iniciais da seguinte frase, em latim:

Crux Sancti Patris Benedicti  – traduzindo ao pé da letra, fica “Cruz do Santo Padre Bento”, ou Cruz de São Bento mesmo.

O fato de elas aparecerem juntas da Cruz na Medalha só fortalece a ideia de que a Cruz de São Bento tem mesmo algo de especial, e não faltam motivos para isso:

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As feiticeiras ficavam sem poder, onde havia a Santa Cruz.

Um fato que remonta às origens da Medalha de São Bento é uma grande prova do poder da Cruz de São Bento.

Transcrevemos do livro “ A Medalha de São Bento” do grande Abade D. Próspero Guéranger:

“Em 1647, em Nattremberg, na Alemanha, umas feiticeiras, acusadas de terem feito malefícios contra os habitantes da região, foram presas por ordem da autoridade pública.

Na instrução do processo, elas declararam que suas supersticiosas maquinações sempre ficavam sem resultado nos lugares em que estivesse presente a imagem da Santa Cruz;

Acrescentaram que nunca tinham conseguido poder algum contra a abadia de Metten, de onde concluíam que tal impotência se devia a alguma Cruz que protegia aquele mosteiro.

As autoridades consultaram os beneditinos de Metten sobre essa particularidade.

Fizeram-se pesquisas na Abadia e notaram-se nas paredes muitas representações da Santa Cruz, acompanhadas dos caracteres acima reproduzidos”.

A descoberta desses símbolos nas paredes da abadia deram origem à Medalha de São Bento, e provaram que o poder da Cruz neutraliza as obras das trevas.

Tanto é verdade que, por isso:

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Os Padres Exorcistas utilizam a Cruz de São Bento.

Nos rituais de Exorcismo – aqueles nos quais Padres autorizados expulsam um ou mais demônios de uma pessoa, objeto, lugar, etc. – é muito comum que seja utilizada a Medalha com a Cruz de São Bento.

Tanto que, o maior Padre Exorcista da atualidade, o Padre Gabriele Amorth, conta em uma entrevista:

“Quando começo meu exorcismo, a pessoa entra em transe e começa a cuspir, gritar e demonstrar intolerância a símbolos sagrados, sacramentos e água benta.

É aí que determino um plano de ação e utilizo minhas ferramentas de trabalho. Uso minha estola, que é mais longa que a tradicional.

Pego uma ponta dela e coloco no ombro da pessoa que estou exorcizando. Depois uso uma garrafa com alguns furos para borrifar água benta.

Também tenho um crucifixo especial, incrustado com a medalha de São Bento, o patrono não oficial dos exorcistas”.

 

Por isso a Igreja Católica sempre a recomendou.

E se você gostaria de saber mais sobre a Cruz de São Bento, e ainda saber como receber a proteção dela:

Entre aqui.


Vale a pena lembrar da Cruz de São Bento, porque nunca a gente nunca sabe quando estará em perigo, tanto de alma quanto de corpo!

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Por que Deus permite o sofrimento? Descubra aqui.

5, junho, 2018 1 comentário
O sofrimento de Cristo por nós.

Nosso Senhor sofreu por nós. Nunca devemos nos esquecer disso


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Do ponto de vista natural, pode-se dizer que o sofrimento decorre da própria natureza do homem.


T
odo ser dotado de sensibilidade está sujeito à dor, assim como à alegria. Quando os objetos ou as pessoas estão em harmonia com sua sensibilidade, ela experimenta prazer;

Quando, ao contrário, ferem essa sensibilidade, ele sofre. É possível, portanto, sofrer sem culpa própria.

Mas a fé nos ensina que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado. Por um ato de bondade infinita e essencialmente gratuita, Deus havia preservado o homem da dor.

Criado em lugar de delícias, ele devia, se fosse fiel a Deus, passar deste Paraíso terrestre diretamente para o Céu, para nele gozar por toda a eternidade, de uma felicidade sem sombras.

O pecado de Adão, transmitido a seus descendentes, veio transtornar este belo plano.


Com o pecado, a dor e a morte entraram no mundo, não somente como uma consequência natural da sensibilidade, mas também como um castigo pelo pecado.


Era justo: pois, tendo o homem pecado por um amor desordenado ao prazer, para satisfazer o seu orgulho e a sua sensualidade, era bom que ele sofresse para expiar a sua falta, e;

Para sentir-se mais inclinado a evitar toda a transgressão, vendo que há uma justiça imanente e que o culpado é punido por seu pecado.


Assim, o sofrimento que parece ser um mal, torna-se um bem na ordem moral, uma reparação e um preventivo contra novas transgressões.


Essa ideia se torna mais clara com o grande mérito da Redenção.

Para reparar a ofensa infinita cometida contra Deus por nossos primeiros pais e por sua posteridade,

O Filho de Deus consente em fazer-se homem, e tornar-se o representante da Humanidade culpada;

Em assumir sobre si o peso de nossas iniquidades, em expiá-las por trinta e três anos de sofrimentos e, sobretudo, pela imolação no Calvário.

Assim, o sofrimento é reabilitado, enobrecido e divinizado. Já não é mais somente um castigo mas um ato de obediência aceito voluntária e generosamente por amor;

Um ato que, na pessoa de Jesus Cristo, tem um valor infinito.


Por ele, Jesus glorifica a Deus muito mais do que o pecado que O havia ofendido, e coloca o homem, sob vários pontos de vista, a um estado superior ao de Adão inocente.


Esse ato tem para nós, portanto, as mais felizes consequências. Associando nosso sofrimento aos seus, Nosso Senhor lhe confere um valor incomensurável.

Eles se tornam, não mais um castigo, mas uma reparação: nós havíamos pecado por desobediência e por egoísmo;

Ao sofrer com Jesus e por suas intenções, reparamos nossa falha por um ato de obediência e de amor.

Mas, além disso, utilizamos o sofrimento para progredir na santidade: cada dor pacientemente suportada por amor a Jesus aproxima-nos de Deus e aumenta nosso amor por Ele.

E aumenta, ao mesmo tempo, a glória que nos caberá no Céu:


Como afirma São Paulo, nossas tribulações são breves e fáceis de suportar, em comparação com a glória imensa e eterna que receberemos em recompensa!


Por isso o apóstolo se alegra em suas enfermidades e se gloria em suas tribulações, feliz por uni-las às do Cristo Jesus e completar assim Sua Paixão, para o maior bem da Igreja e das almas.

Milhões de santos, caminhando nas pegadas do Mestre, sofreram e sofrem com alegria; dentre eles, muitos se ofereceram como vítimas, seja à Justiça divina para expiar suas faltas e as dos outros;

Seja ao Amor, para serem consumidos pela Divina Caridade, para viver e morrer como mártires e assim ter uma parte maior na eterna visão e no eterno amor.

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Fonte: “A Divinização do Sofrimento” – Pe. Adolphe Tanquerey.

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Com esse sinal você também poderá vencer qualquer desafio! Veja.

4, maio, 2018 Sem comentários
Visão de Constantino.

Visão de Constantino.

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Constantino o Grande, no ano de 312, devendo apresentar batalha a seu inimigo Maxênio, pediu a proteção de Deus.

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A
o acampar diante do inimigo, viu resplandecer no céu uma Cruz que trazia escrito:

“In hoc signo vices” (com este sinal vencerás).

À noite lhe apareceu Nosso Senhor Jesus Cristo com o mesmo sinal e lhe mandou que fizesse gravar em seu estandarte aquele sinal e o levasse para o combate.

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Assim o fez o Imperador, vencendo o inimigo.

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Nota: Constantino era filho de Santa Helena, aquela que depois deste fato acima narrado descobriu a Santa Cruz em Jerusalém.

Por certo, este favorecimento que Constantino recebeu do alto, em grande parte, o foi por mérito de sua santa mãe.

Desta data em diante houve liberdade religiosa, concedida por Constantino, após séculos de perseguição terrível, que deu a Santa Igreja milhares de mártires.

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Fonte: APUNIES Y EJEMLOS DE CATECISMO – José P. Grandmaison – Livreria Editorial Santa Catalina – Buenos Aires – P edição, 1949, p. 69.

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A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre o amor de Deus! Descubra:

27, fevereiro, 2018 Sem comentários
Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!

Maior prova de amor de Deus por nós, foi ter dado seu filho para morrer pela remissão de nossos pecados sob o lenho da Cruz!


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O nosso corpo é um vaso de corrupção; é para a morte e para os vermes, tão só…


E, entretanto nós nos aplicamos a satisfazê-lo antes que a enriquecer a nossa alma, que é tão grande que nada se pode imaginar de maior, não, nada, nada.

Porquanto vemos que Deus, premido pelo ardor de sua caridade, não nos quis criar semelhantes aos animais; criou-nos à sua imagem e semelhança, vedes! Oh! Como o homem é grande!

O homem criado por amor não pode viver sem amor: ou ama a Deus, ou se ama e ama o mundo. Vede, meus filhos é a fé que falta. Quando o homem não tem fé, é cego.

Aquele que não vê não conhece; o que não conhece não ama; o que não ama a Deus ama-se a si próprio e ao mesmo tempo ama os seus prazeres. Apega o coração a coisas que passam como fumo.

Não pode conhecer nem a verdade nem bem algum; só pode conhecer a mentira porque não tem a luz; está na névoa.

Se tivesse a luz, veria bem que tudo o que ele ama só lhe pode dar a morte eterna; é um antegozo do inferno.


Fora de Deus, como vedes, meus filhos, nada é sólido, nada, nada! Se é a vida, passa; se é a fortuna, desmorona-se; se é a família, é destruída; se é a reputação, é atacada.


Nós vamos como o vento. Tudo passa com velocidade, tudo se precipita.

Ah! Meu Deus, meu Deus! Como são, pois, para lastimar esses que põem o seu afeto em todas essas coisas!…

Põem-no, porque se amam demasiado; mas não se amam com amor razoável; amam-se com o amor de si mesmos e do mundo, procurando-se e procurando as criaturas mais do que a Deus.

É por isto que nunca estão contentes, nunca tranquilos; estão sempre transtornados.

Vedes, meus filhos, o bom cristão percorre o caminho deste mundo montado num belo carro de triunfo; esse carro é puxado pelos anjos, e é Nosso Senhor quem o conduz;

Ao passo que o pobre pecador é atrelado ao carro da vida, e o demônio, que está na boleia, o força a avançar a largas chicotadas.


Meus filhos, os três atos de fé, de esperança e de caridade encerram toda a felicidade do homem na terra.


Pela fé nós cremos aquilo que Deus nos prometeu, cremos que o havemos de ver um dia, que o possuiremos que estaremos eternamente com ele no Céu.

Pela esperança guardamos o efeito dessas promessas: esperamos que seremos recompensados de todas as nossas boas ações, de todos os nossos bons pensamentos, de todos os nossos bons desejos; pois Deus leva em conta mesmo os bons desejos.

Que mais é preciso para ser feliz?

No Céu, a fé e a esperança não existirão mais; porquanto as névoas que nos obscurecem a razão serão dissipadas.

O nosso espírito terá a inteligência das coisas que lhe são ocultas neste mundo.

Não esperaremos mais nada, visto que teremos tudo. Ninguém espera adquirir um tesouro que possui…


Mas o amor! Oh! Seremos inebriados dele, seremos afogados, perdidos nesse oceano de amor divino, aniquilados nessa imensa caridade do Coração de Jesus!…

Por isto a caridade é um antegozo do Céu.


Se soubéssemos compreendê-la, senti-la, saboreá-la, oh! Como seríamos felizes! O que faz que sejamos infelizes é não amarmos a Deus.

Quando dizemos: “Meu Deus, creio! Creio firmemente, isto é, sem a menor dúvida, sem a menor hesitação…”

Oh! Se nos compenetrássemos destas palavras:

“Creio firmemente que estais presente em toda parte, que me vedes, que estou debaixo dos Vossos olhos, que um dia Vos verei claramente eu próprio, que gozarei de todos os bens que me haveis prometido!..

Meu Deus, espero que me recompenseis de tudo o que eu tiver feito para Vos agradar! Meu Deus, eu Vos amo! Tenho um coração para vos amar!…”


Oh! Como este ato de fé, que é também um ato de amor, bastaria para tudo!…
Se compreendes a ventura que temos de poder amar a Deus, ficaríamos imóveis no êxtase…


Se um príncipe, um imperador, fizesse comparecer perante si um de seus súditos e lhe dissesse:

“Quero fazer a tua felicidade; fica comigo, goza de todos os meus bens;

Mas cuida de não me desagradares em tudo o que for justo”;

Que cuidado, que ardor esse súdito não poria em satisfazer o seu príncipe! Pois bem! Deus faz-nos os mesmos oferecimentos…

E nós não nos preocupamos com a Sua amizade; não fazemos nenhum caso das Suas promessas… Que pena!

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Fonte: Do livro Espírito do Cura D’Ars de Abbé A. monnin.

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O surpreendente poder da Santa Cruz! Veja:

29, janeiro, 2018 Sem comentários
Multidão em volta de Jesus crucificado na cruz

Multidão em volta de Jesus crucificado na cruz


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“Feito o Sinal da Cruz, verá como por virtude dele fogem os demônios, calam-se os oráculos e se tornam impotentes todos os encantos e malefícios.


O Sinal da Cruz é a armadura invencível dos Cristãos.
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Esta armadura que te não falte ó Soldado de Cristo, nem de dia nem de noite, nem um só instante, seja qual for o lugar em que te aches.
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Quer durmas, quer vigies, quer trabalhe, quer comas, quer bebas, quer navegues, quer atravesses rios, sempre andarás revestidos desta couraça.
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Orna e protege teus membros com este Sinal vencedor e nada te poderá fazer mal.

Contra as setas do inimigo, não há escudo mais poderoso.

A vista deste Sinal, trêmulas e aterradas fugirão as potências infernais.”
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Fonte: Retirado do livro “O Sinal da Cruz” -Monsenhor Gaume (1950) 
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