Todos terão uma casa para a eternidade… Leia esta meditação sobre o Céu e o Inferno (Parte II)

“Ó eternidade” exclama Santo Agostinho, “ó eternidade! Quem pensa em ti e não se converte a Deus, perdeu a razão ou a fé”.
Uma vez no Inferno, a alma não poderá sair de lá, por toda a eternidade.
Uma vez no Inferno, a alma não poderá sair de lá, por toda a eternidade.

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Continuação do post: Todos terão uma casa para a eternidade… Leia esta meditação sobre o Céu e o Inferno (Parte I).

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“Ó eternidade” exclama Santo Agostinho, “ó eternidade! Quem pensa em ti e não se converte a Deus, perdeu a razão ou a fé”.


E São Cesário acrescenta:

“Ai dos pecadores que entram na eternidade sem a terem conhecido, porque se descuidaram de pensar nela!

Os desgraçados terão atraído sobre si dois males irreparáveis;

O primeiro será caírem no abismo do fogo;

O segundo, o não mais dele poderem sair durante toda a eternidade, porquanto a porta do inferno só se abre para dar entrada e não para dar saída”.

Não, os santos não fizeram demais internando-se nos desertos e em grutas, alimentando-se com ervas e dormindo no chão, afim de salvarem sua alma.

Não, diz São Bernardo, não fizeram demais, porque, em se tratando da eternidade, nenhuma precaução é exagerada.


Quando Deus nos visita com alguma cruz de enfermidade, ou de qualquer outro mal, lembremo-nos do inferno, que temos merecido, e toda tribulação nos afigurará leve.

Digamos então com Jó: “Pequei e deveras delinqui, e não tenho sido castigado como merecia”.

Meu Senhor, tenho-Vos ofendido e traído tantas vezes, e não tenho sido castigado como merecia;

Como poderia, pois, lastimar-me quando me enviais alguma tribulação, a mim, que merecia estar ardendo nos abismos infernais?

– Suplico-Vos, meu Jesus: não me mandeis ao inferno, visto que no inferno não mais Vos poderia amar, mas Vos havia de odiar para sempre.

Despojai-me de tudo: das riquezas, da saúde; mas não me priveis de Vós mesmo.


Fazei que Vos ame e Vos bendiga sempre, e depois castigai-me, e fazei de mim a vossa vontade.


Ó Mãe de Deus e minha Mãe Maria, pela vossa intercessão, que tudo obtém de Deus, impetrai-me a graça de ser todo d’Ele; fazei-o pelo amor do mesmo Jesus Cristo, vosso divino Filho.

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Fonte: Do livro “Meditações para todos os dias e festas do ano” de Santo Afonso de Ligório.

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