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Textos com Etiquetas ‘Tempo da Quaresma’

Abstinência, o que é, e como se pratica? Entenda!

9, março, 2018 Sem comentários

abstinencia.
A abstinência é um gesto penitencial no qual os fiéis se privam ou abstêm voluntariamente de comer carne.


Vem da palavra em latim “abstinentia” e, ao realizar este sacrifício, a pessoa faz – em espírito, alma e corpo – um ato de reparação pelo dano ocasionado pelo pecado e para o bem da Igreja.

O Código de Direito Canônico indica que:


“Todos os fiéis, cada qual a seu modo, por lei divina têm obrigação de fazer penitência”, a fim de que “se abneguem a si mesmos”.


“Para que todos se unam entre si em alguma observância comum de penitência, prescrevem-se os dias de penitência em que os fiéis de modo especial se dediquem à oração, exercitem obras de piedade e de caridade”, assinala o cânon 1249.

Por isso, a partir dos 14 até os 59 anos, os católicos devem praticar a abstinência todas as sextas-feiras do ano em honra à Paixão de Cristo, a menos que este dia coincida com uma solenidade, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.

No cânon 1253, a Igreja assinala que cada Conferência Episcopal pode determinar os modos de observar o jejum e a abstinência, assim como “substituir outras formas de penitência, sobretudo obras de caridade e exercícios de piedade, no todo ou em parte, pela abstinência ou jejum”.

Em declarações, Donato Jiménez explicou a origem da prática da abstinência.

Disse que, antigamente, preparar uma comida que incluísse carne era caro e considerava-se “suculento”. Por isso, “uma forma de jejuar e uma forma de austeridade era não comer carne”.

Acrescentou que, atualmente, a abstinência implica não só “nos privarmos de carne, mas de outras delícias”, como fast food, doces, lanches e outras opções gastronômicas agradáveis.


Abster-se não é o mesmo que jejuar.


O jejum consiste em substituir a refeição forte do dia (o almoço) por pão e água.


Os católicos que têm entre 18 e 59 anos são obrigados a praticá-lo na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.


Se a pessoa tem problemas de saúde, pode ingerir comidas sóbrias.

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Fonte: acidigital.com

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Como foi Pôncio Pilatos? O juiz mais injusto da história!

1, março, 2018 1 comentário
Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

Pilatos apresenta Jesus, Sevilha

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Os evangelistas nos descrevem com pormenor o procedimento do governador romano da Judeia Pôncio Pilatos durante a Paixão e Morte de Nosso Senhor.


Porém, nada mais sabemos sobre esse personagem. Tampouco abundam sobre ele outras fontes históricas.

Entretanto, a agência católica ACI Digital republicou um apanhado de dados que nos permitem formar uma ideia sobre ele.

Em 1961, arqueólogos liderados pelo Dr. Antonio Frova descobriram em Cesareia Marítima, uma cidade romana na costa mediterrânea de Israel, uma pedra calcária que tinha inscrito o nome de Pôncio Pilatos.

Ela foi gravada em latim e posta numa das escadas do anfiteatro de Cesareia. A inscrição diz:


“Pôncio Pilatos, prefeito da Judeia, dedicou ao povo de Cesareia um templo em honra a Tibério”.


A placa de 82 cm de largura e 68 cm de altura está atualmente no Museu de Israel, em Jerusalém.

A informação corresponde ao reinado do imperador Tibério entre os anos 14 e 37 d.C. e concorda o período do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Concorda também com o cronograma bíblico descrito no Novo Testamento.

São Lucas, em seu Evangelho, se refere a Pilatos como governador romano da Judeia durante o reinado de Tibério César. (Lc. 3,1)

Além dos Evangelhos, vários historiadores pagãos da época também mencionam aquele governador da Judeia.

Cornélio Tácito, historiador romano do século I, cita Pilatos em um de seus escritos, segundo ACI:

“Imputou os cristãos que tomam o nome de Cristo, o qual durante o reinado de Tibério havia sido condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos”.

Também falou sobre ele Flavio Josefo, historiador hebreu que participou na Guerra dos Judeus entre os anos 66 e 70. No ano 93, no século I, escreveu o seguinte:

“Naquele tempo apareceu Jesus, homem excepcional, se é que podemos chamá-lo de homem, pois realizou milagres incríveis (…).

“Tanto entre os judeus como entre os gregos havia muitos discípulos que o seguiam. Devido à denúncia dos líderes do povo, Pilatos o condenou ao suplício da cruz.

“Mas isso não impediu que os seus discípulos continuassem amando-o como antes. Depois de três dias da sua morte, apareceu vivo”.


Filo de Alexandria, um contemporâneo de Jesus, descreveu Pilatos como uma pessoa cruel caracterizada pela:

“Venalidade, violência, furtos, assaltos, pelo seu comportamento abusivo, suas frequentes execuções de presos que não haviam sido julgados e sua ferocidade sem limites”.


Não se sabe ao certo como e onde Pôncio Pilatos morreu.


Mas há várias suposições.

Uma diz que teria cometido suicídio depois de cair na desgraça do imperador.

Outra acha que foi exilado para a Gália, atual França, onde morreu.

Outras supõem que Pilatos se converteu ao cristianismo antes de morrer ou, ainda, alguns textos apócrifos fantasiam que sofreu o martírio.

Uma carta apócrifa atribui a um suposto predecessor de Pôncio Pilatos no governo da Judeia de nome Publius Lentulus uma descrição de Jesus Cristo que não resiste à crítica histórica.

Pilatos temia perder o cargo de pró-cônsul. Por causa dessa ambição vil cometeu a maior injustiça judiciária da História.

Seu espírito mole e cruel, cheio de ambições rolou como rolam os homens sem amor a Deus, sem amor à justiça, e caiu na maior das infâmias.

Barrabás era um chefe de gangue que tinha participado de uma sedição, mas Pilatos o apresentou aos arruaceiros incitados pelo Sinédrio como uma opção a Jesus.


“Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam: Barrabás!”
(Mt, 27,21)


Jesus, entretanto, era o descendente primogênito de Davi, o fundador da mais ilustre e eminente estirpe real de Israel no Antigo Testamento e a nobreza de seu porte se impunha por si.

Jesus simbolizava a dignidade e a tradição da toda a história do povo judeu, o povo eleito amado por Deus.

Inesperadamente, o cônsul sem moral se encontrou face à face d’Aquele que tinha passado pela terra só fazendo o bem.

Ele tinha do outro lado, sob seu poder, o pináculo da infâmia e da torpeza, do crime e da corrupção.

Pilatos agiu como um centrista, achando que os homens não são tão ruins e que não iriam preferir Barrabás a Jesus.


Ele não compreendeu que quando os homens não seguem a Jesus, preferem quase necessariamente a Barrabás.


E suas mãos, embora ele tentasse lavar, ficaram sujas para toda a eternidade.

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Fonte: ipco.org.br

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Histórico da Quaresma. Veja!

24, fevereiro, 2018 Sem comentários
Oração, o caminho de renovação espiritual

Oração, o caminho de renovação espiritual

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Conscientes da importância que a Páscoa tinha para a sua vida, os cristãos desde os tempos apostólicos começaram a celebrá-la;


E bem cedo começaram também a reservar um tempo de preparação para a celebração do Mistério Pascal.

Esse período de preparação, através de sucessivas ampliações, acabou por se fixar, no século IV, em quarenta dias, número muito rico de simbolismo.

Na verdade, na História da Salvação, os grandes acontecimentos e os encontros decisivos do homem com Deus estão ligados a esse número, que na Bíblia exprime também a totalidade da nossa vida.


A Quaresma é, portanto, um período de quarenta dias de preparação para a Páscoa, “
a maior das solenidades”(SC,12), pois atualiza o Acontecimento culminante da História da Salvação.


Era durante esse “tempo aceitável, tempo de salvação” que os adultos, que haviam encontrado Cristo e se vinham iniciando, ao longo de três ou quatro anos, no Mistério cristão, terminavam o seu catecumenato.

Amparados por toda a comunidade, no início da Quaresma, começavam a sua «prova» e empreendiam uma preparação mais intensa em ordem à sua incorporação em Cristo, pelo Batismo recebido na noite da Páscoa.

Por seu lado os cristãos, que haviam já ressuscitado, com Cristo, da morte do pecado para a vida do Espírito, esforçavam-se por fazer uma séria revisão da sua vida cristã;

Morrendo mais profundamente para o mal, consolidando a sua perfeição de batizados, crescendo na vida divina;


De modo a participarem, mais intensa e vivamente, no Mistério Pascal da Morte e Ressurreição do Senhor.


Deste modo, como diz a Constituição conciliar sobre a reforma da Liturgia nº 109, a Quaresma tem uma dimensão penitencial e uma dimensão batismal.


Na sua dimensão penitencial, a Quaresma é, para catecúmenos e batizados, tempo de tomada de consciência dos seus pecados, tempo de busca de Deus, tempo de conversão, o que implica, necessariamente, participação na luta e sacrifício de Cristo, pois a guerra contra o mal e a renovação interior no pensar, no amar e no agir, não se realizam sem esforço.


Na sua dimensão batismal, a Quaresma leva todos os batizados a reviverem e a aprofundarem, acompanhando o dinamismo dos catecúmenos, todas as etapas do caminho da fé;

A fim de, consciente e generosamente, renovarem a sua aliança com Deus, juntamente com aqueles que a recebem o Batismo, na noite da Páscoa.

Nesta caminhada espiritual, que é a Quaresma :


– Somos alimentados pela Palavra de Deus, a qual nos faz reviver as grandes etapas da História da Salvação e as figuras que as encarnam :

– Adão e Noé – criação, pecado e graça (1º Domingo ).
– Abraão – vocação e promessa (2º Domingo).
– Moisés – aliança e lei (3º Domingo).
– David – o reino messiânico (4º Domingo).
– Ezequiel e Jeremias – a esperança dos profetas (5º Domingo).
– Isaías – poema do Messias (Domingo de Ramos na Paixão).


– Somos fortalecidos com os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia, que nos ajudam :

– A viver a nossa opção, resistindo às tentações (1º Domingo).
– A realizar o trabalho da nossa transformação espiritual, com base na Transfiguração de Cristo (2º Domingo).
– A pôr-nos em contacto vital com Cristo, fonte de água via com a Samaritana e a expulsão dos Vendilhões (3º Domingo).
– A tornarmo-nos a luz do mundo com a cura do cego, o renascimento com Nicodemos e a recuperação do Filho Pródigo (4º Domingo).
– A possuir uma nova vida com Lázaro ressuscitado e a mulher adúltera (5º Domingo).

Nesta travessia, feita de dificuldades e trabalhos, em que o novo Povo de Deus está empenhado, temos um guia.

É o mesmo Cristo, «Senhor que age na observância quaresmal da Igreja, para levar os homens à paz, à liberdade, à vida divina e à perfeita comunhão com os irmãos.

 


Celebrar a Eucaristia no Tempo da Quaresma significa :

– Percorrer com Cristo o itinerário da promoção que cabe à Igreja e a todos os homens.
– Assumir mais decididamente a obediência filial ao Pai, e o dom de si mesmo aos irmãos, que constituem o sacrifício espiritual.
– Renovar os compromissos do nosso Batismo na noite de Páscoa, passando da morte à vida nova com Jesus Ressuscitado, para a glória do Pai na unidade do Espírito Santo.

No tempo presente, vai-se perdendo o sentido do Tempo Quaresmal, sobretudo porque se vai também perdendo a consciência de pecado.

Na verdade, para quem não há pecado não há necessidade de renovação espiritual, de arrependimento e de Reconciliação.

Ora como tudo isto está errado, a Igreja luta com sérios problemas por falta de clero, falta de vocações sacerdotais e, consequentemente, por falta de evangelização.

Uma boa reflexão para todos nós neste Tempo Quaresmal que começou na Quarta-Feira de Cinzas.

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Extraído do blog Vocacionados Menores

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Meditação para esta sexta da Quaresma.

23, fevereiro, 2018 Sem comentários

soldado-quaresma.
“O anúncio do Evangelho não é uma motivação pessoal, ou ação de prospecção humana, muito acima disto, é muito mais nobre ou superior.


É a proposição de viver sobre a graça de Deus, responder e corresponder a participação de sua graça, que é uma das formas da presença e também pertença a Deus (vida divina ou sobrenatural).

Por isso, os conselhos de Nosso Senhor Jesus Cristo estão muito acima ou além das respostas humanas.

É um amor acima da natureza humana, ainda mais tão decadente, a graça sobrenatural.

Outrossim, não seria tão somente “não matar” mas “não irar-se ou aborrecer-se com o irmão” queixando dele, como diz o Evangelho de hoje (S.Mt.V, 20-26), mas suportá-lo, buscar o quanto antes a sua amizade por amor a Deus.

Humanamente, sabemos, chega no impossível muito breve.


Pois aquele que não se reconcilia com seu adversário, não pode alcançar o altar do Senhor Eucarístico, muito menos alcançar o céu.


Eis o que temos que restaurar o quanto antes esta condição, pois, aqui é o momento e em último caso, mas somente contando com a graça de Deus, o purgatório. “

“Receba minha filha todo dia na comunhão o que lhe dará força para alcançar as almas e também o céu” (N.Sr. Jesus Cristo à Sta. Faustina Kowalska)


Jesus, eu confio em vós!

Totuus Tuus!

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Fonte: “Meditações Oratorianas”

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A Quaresma é o tempo mais oportuno de nos reconciliarmos com Deus. Veja.

15, fevereiro, 2018 Sem comentários
Moisés e as tábuas da Lei.

Moisés e as tábuas da Lei.


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No livro de Jeremias está dito como Deus propôs ao povo uma NOVA ALIANÇA. Deus já havia feito uma Aliança com o Povo, no Monte Sinai.

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C
om ela Moisés recebeu as Tabuas das Leis. O povo aderiu à Lei, contudo mais pela boca do que pelo coração. Por isso, muitas vezes, foi infiel a Deus.

Por isso o profeta Jeremias anunciou uma nova aliança que Deus ia fazer e colocá-la no coração do seu povo, como Ele mesmo diz:

“Porei a minha lei nas suas entranhas, e a escreverei nos seus corações, e serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”. (Jr 31, 31-33).

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Desse modo Deus renova a aliança, dá seu perdão e restaura o seu Povo.

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Na realidade, nós, os católicos apostólicos romanos, constituímos o povo da Nova Aliança que Nosso Senhor Jesus Cristo veio estabelecer para sempre.

Razão pela qual devemos inscrever em nossos corações os Mandamentos da Lei de Deus, para sermos, de fato, os seus autênticos filhos.

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quaresma é exatamente o tempo em que somos reconciliados com Deus por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Os acontecimentos da Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo são: Paixão, Morte e Ressurreição.

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Pelo Batismo passamos a participar da aliança nova de Jesus Cristo, muitas vezes infelizmente rompida pela nossa fraqueza e pelo pecado.

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Deus sempre está disposto a nos restaurar de novo como um filho que se reconcilia com seu Pai e com os irmãos na fé.

Diz o Senhor: perdoarei a sua maldade e não me lembrarei mais do seu pecado (cf. Jr 31, 31-34).

Agora, para que isso se dê realmente é preciso que, da parte do pecador, haja propósito (ou seja, a vontade firme) de nunca mais cometer pecado e de fugir das ocasiões.

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Nosso Senhor morreu na Cruz para remissão de nossos pecados!

Na carta aos Hebreus, São Paulo afirma que essa nova Aliança é feita em Cristo, de modo pleno e definitivo.

Nosso Senhor foi obediente ao Pai Celeste na missão de salvar a humanidade da condenação eterna;

Devida a todos os pecados, sobretudo aos pecados de egoísmo e sensualidade.

Para nos resgatar da morte eterna (condenação) Nosso Senhor Jesus Cristo se entregou à morte na cruz e ressuscitou após três dias (cf. Hb 5,7-9)

Com a alusão ao “grão de trigo” (Jo 12, 24-26) Nosso Senhor nos ensina o que devemos fazer para ser fiel à Nova Aliança:

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Não endurecer nossos corações com o pecado, aprender e professar os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao contrário daqueles “principais que creram nele, mas;

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Por causa dos fariseus (ou seja, das pessoas de prestígio ou poder na vida mundana) não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga.

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Porque amaram mais a glória (ou estima) dos homens do que a glória de Deus”. (Jo 12,40-43).

Assim, ao contrário dos “principais” daquela ocasião, para sermos fiéis à Redenção que nos proporcionou a nova e definitiva Aliança com Deus, precisamos seguir Nosso Senhor Jesus Cristo;

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Através do conhecimento de sua doutrina e pelo exemplo da vida dos santos, sempre elevando as nossas mentes ao desejo dos bens celestes.

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Convictos de que foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é por meio dela que ele deve reinar no mundo.

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